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Sinceridade

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  –  Um poema de Raphael Rodrigues Vilela  –

mascaras1a

Máscara vampírica de minha alma insegura e inquieta
Recuso sua proteção egoística e desgastante
Distante me sinto das coisas ao meu alcance
Pois quando delas me aproximo , hesito
E um personagem toma o meu lugar

Difícil descobrir se quem sorri
Sou eu ou a máscara
Difícil não se esconder , deixar fluir
Mostrar a cara
Deixar-se ver e se ver
É escolher despir a alma
Sem mistério pra envolver
Ou uma fingida calma

Eu
Apenas eu
Com suas forças e fraquezas
Me desprendo das certezas
Jogo a máscara
E deixo que aconteça !


Raphael Rodrigues Vilela é estudante de Medicina em Foz do Iguaçu, Pr. 

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