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Energia na dança

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  –  PTI seleciona espetáculos de dança para apresentação no Cineteatro dos Barrageiros  –

Cineteatro dentro da Usina de Itaipu (divulgação)

O Parque Tecnológico Itaipu (PTI) lançou edital para seleção de projetos artístico-culturais de dança interessados em realizar apresentação no Cineteatro dos Barrageiros. O espetáculo ou mostra poderá contemplar dança contemporânea, clássica, urbana, dança-teatro, entre outros gêneros.

Serão selecionados dois projetos de escolas de dança e um projeto de caráter social e/ou inclusão social. Cada selecionado realizará uma única apresentação, no período entre 4 a 20 de dezembro de 2017. As inscrições devem ser realizadas por e-mail, até o dia 03 de setembro, por meio do preenchimento de formulário de inscrição e envio de documentos.

O Cineteatro está localizado no PTI, em Foz do Iguaçu (PR). Possui uma área total de 1.147,66 m²; palco de 95m²; e auditório para 800 pessoas. O interessado poderá ter isenção da taxa de uso do espaço se propor como contrapartida uma proposta educacional para a oferta de oficinas de dança para a comunidade.

“A cessão do espaço para realização de espetáculos de dança vai ao encontro da nossa missão de promover a Cultura no território. Entendemos que essa linguagem artística é uma excelente ferramenta de disseminação da arte. Com o edital incentiva-se que as escolas selecionadas realizem oficinas de dança, afim de despertar o interesse do público para a dança”, destaca a gestora do PTI Educação e Cultura, Jéssica de Lima.

“A realização destas apresentações dentro de um ambiente como o Parque promove o fortalecimento dos atores locais. Estes espetáculos também comporão nossa Agenda Cultural, que será lançada em breve, em parceria com outras instituições que promovem a Cultura em nossa cidade e região, como a Itaipu Binacional e a Fundação Cultural”, adiantou a gestora.

Será responsabilidade do projeto selecionado a contratação de equipamento de sonorização, iluminação, projeção e cenário; recolher a taxa referente ao ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição); bem como respeitar quesitos relacionados a direitos autorais. A relação dos projetos selecionados será divulgada no dia 11 de setembro, no site do PTI. O edital e formulário de inscrição estão disponíveis em: www.pti.org.br/avisos-de-editais. Dúvidas podem ser encaminhadas para cultura@pti.org.br.
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(Assessoria)


Anoitecer nas Cataratas…

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  –  Uma prosa poética e visual de Áurea Cunha  –

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O cair da noite nas Cataratas do Iguaçu é um espetáculo com pouca plateia!

Ainda de tarde, as altas luzes vão diminuindo, esmaecendo, e as sombras se tornando suaves, tênues, como que diminuindo o ritmo. Com a diminuição do barulho – ruído de motores, automóveis e turistas circulando – o som das quedas vai prevalece, aparecendo cada vez mais audível, límpido.  A  luz suaviza no céu, a temperatura da cor define suas dominantes alaranjadas  e tudo vai se acalmando. Como que dizendo: hora de repousar!

Sai o último ônibus do transporte local e apenas os hóspedes do hotel terão o privilégio, se assim quiserem, de acompanhar esta passagem do crepúsculo ao anoitecer. Sutil e decisiva. Os bichos diurnos se recolhem e os noturnos aparecem.

E de repente o véu branco das quedas, quando olhamos, já vai sumindo na escuridão. A lua é minguante; se, cheia, haveria de iluminar bem mais e poderia se ver uma tênue luz prateada sobre as quedas.

Restam apenas alguns últimos raios de luz e cores no céu. Agora já se pode ver as estrelas somando-se à lua. Tanto quanto já não é mais possível visualizar nada além do céu estrelado, ouve-se o chuá, chuá das águas que agora reinam em absoluto…

O Parque dorme!

No  dia seguinte, os primeiros raios de luzl voltarão a revelar o grande véu com dominantes de cor azulada. Renovadas pela melatonina da escuridão e despertada pela serotonina do Sol, as quedas aparecem com todo o esplendor! E é com esta dança do  anoitecer e do amanhecer, ora revelando, ora ocultando sua majestade, que parece nos querer dizer: há sempre luz!

Basta se levantar o véu. E apreciar as diversas possibilidades de ver esta que é uma das sete maravilhas da natureza. As Cataratas do Iguaçu, imensa redundância lhe chamar poesia. Melhor talvez seja lhe dizer, ininterruptamente: bom dia, Sol, boa noite, estrelas!

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Áurea Cunha é fotojornalista e colabora com o site da Guatá em Foz do Iguaçu, Pr.


Canto livre

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  –  Pesquisadores paranaenses monitoram população de aves pelo canto  –

O estudo considera 350 espécies existentes nos fragmentos em análise, das 700 aves cadastradas no Paraná. (Foto: Divulgação UEL)

A partir de dados populacionais das aves os pesquisadores desenvolvem um programa de monitoramento que possibilita medir a degradação da área. O estudo é feito há 26 anos e aponta que os parques e reservas observadas têm melhorado a biodiversidade.

Pesquisadores do Laboratório de Ecologia das Aves, do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) promovem um trabalho diferenciado para medir a população de pássaros nas flores do Estado: as espécies são identificadas pelo canto. A solução foi encontrada uma vez que é impossível a observação visual em áreas de floresta. Para entender a dimensão e complexidade do trabalho, o estudo considera 350 espécies existentes nos fragmentos em análise, das 700 aves cadastradas no Paraná. O Brasil tem hoje aproximadamente 1.700 espécies.

O laboratório, que promove a observação das aves há 26 anos, aponta que os parques e reservas observadas têm melhorado a biodiversidade. No entanto, em fragmentos de mata a tendência é de redução destas populações. A partir de dados populacionais das aves os pesquisadores desenvolvem um programa de monitoramento que possibilita medir a degradação da área.

Espécies consideradas frágeis, chamadas de indicadores biológicos, são as primeiras que desaparecem no caso de devastação. A pesquisa integra o projeto Diversidade e Conservação de Aves na Porção Sul da Mata Atlântica, coordenado pelo professor Luiz dos Anjos, e que tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde 1995.

 

Foto: Divulgação UEL

MONITORAMENTO – O estudo é feito em locais bem conhecidos como Parque Nacional do Iguaçu, Parque Estadual Mata dos Godoy e Parque Estadual de Vila Velha, mas abrange também áreas menos conhecidas como a Reserva Biológica das Perobas, em Cianorte; Floresta Nacional do Irati, Parque Estadual de Ibiporã e Parque Estadual do Rio Guarani, localizado no município de Três Barras.  E, ao todo são monitorados 60 fragmentos florestais do Norte do Paraná, 10 áreas de restauração, além das grandes reservas. De acordo com o professor Luiz dos Anjos, o levantamento é realizado em um tempo padrão para identificação das espécies presentes. O local precisa ser sempre o mesmo, devidamente localizado por GPS.

 

FUNCIONAMENTO – No Parque Iguaçu, a observação ocorre sempre entre os meses de outubro e novembro, em uma trilha de cinco quilômetros, no horário entre 4h30 e 9h30. “Estas são as horas de mais atividade das aves”, afirma o professor. O canto é captado, gravado e arquivado como material de coleta. De acordo com Luiz dos Anjos, desde o início da coleta de dados no Parque Iguaçu a população de aves se mantém estável, o que demonstra que a área cumpre sua função de conservação. Os dados apurados no Parque apontam que existem aproximadamente 80 espécies distintas de aves por quilômetro. Segundo o professor, nos 187 mil hectares de área compreendidos pelo Parque devem existir 230 espécies distintas.

Ainda de acordo com o professor, as aves vocalizam mais pela manhã, alterando seus hábitos ao longo do dia, de acordo com a disponibilidade de alimento e necessidade de proteção contra predadores. É preciso ainda compreender particularidades do mundo das aves. Existem espécies que costumam ter maior atividade a partir do nascer do sol, conforme aumenta a temperatura, uma vez que quanto mais calor, maior a movimentação de insetos, o que implica em abundância de alimento. Aves que se alimentam de espécies de pássaros de menor porte tem maior atividade em dias nublados e escuros.

INDICADORES – O ramo da zoologia que estuda as aves (Ornitologia) permite saber quais são as espécies consideradas como indicadores biológicos, ou seja, aves mais sensíveis a perturbações do ambiente. Se houver um incêndio que destrua uma parte do ambiente, por exemplo, estas são as primeiras a desaparecer. Integram esta lista espécies como Macuco, Borralhara, Jandaia e a Gralha Azul, ave símbolo do Paraná.

Nestes mais de 20 anos de estudo, os pesquisadores puderam acompanhar a recuperação ocorrida na Reserva das Perobas, localizada em Cianorte, que tem mais de 9 mil hectares de área e sofreu com a extração de madeira e fogo até 2010, quando foi transformada em reserva. “Creio que, em 20 anos, poderemos ter uma área tão preservada como o Parque Iguaçu”, comenta o professor.

Outra aplicação da ornitologia está relacionada à medição da melhoria das áreas de restauração. Dentro desta especialidade, o Laboratório de Ornitologia e Bioacústica integra o projeto Mata Atlântica do Norte do Paraná (MANP), juntamente como o Laboratório de Biodiversidade e Restauração Ecossistema (LABRE), também do CCB da UEL, que avalia a recuperação de áreas de florestas. As pesquisas fazem parte do Programa de Estudos de Longa Duração (PELD), patrocinado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O Paraná possuí apenas quatro projetos do gênero, entre eles o da UEL, que foca a restauração de áreas de reserva na Mata Atlântica.

FUNÇÕES – Doutoranda do Laboratório do Programa de Ciências Biológicas da UEL, Larissa Corsini Calsavara, estuda as funções biológicas das aves na floresta de araucária existente nos municípios de Irati, Telêmaco Borba e Turvo. Pela presença das aves ela consegue avaliar o nível de preservação da área. Segundo ela, o padrão é a Floresta de Irati, considerada preservada.

Os estudos da aluna consideram as funções ecológicas das aves na floresta, fundamentais para a dispersão de sementes e reciclagem de carcaças de animais mortos, por exemplo. “Os pássaros têm uma função definida na natureza, portanto buscamos avaliar até que ponto estas atividades se mantém ou não”, esclarece. A partir desta observação, ela pretende indicar locais com potencial para se tornarem unidades de conservação. “Se tivermos elementos que nos aproximam do padrão, determinada área apresenta este potencial”, explica. A pesquisa é patrocinada pela Fundação Grupo Boticário.
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AEN/UEL


Terra, ar e água

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  –  Encontro de agroecologia vai reunir produtores do Oeste paranaense em Entre Rios do Oeste  –

 

Cerca de 100 agricultores da região Oeste do Paraná participam, nesta quinta-feira (31), da 8ª edição do Encontro Regional de Agroecologia na Estação Experimental Prof. Alcebíades Luiz Orlando (antiga base Náutica), em Entre Rios do Oeste (PR).

O encontro é promovido com apoio da Itaipu Binacional, que também levará seus técnicos ao local para explicar aos agricultores como cultivar plantas alimentares não convencionais (pancs) e plantas medicinais. A oficina será às 10h30 e às 14h.

Além dos agricultores, devem participar profissionais que atuam com agroecologia na Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), estudantes de graduação e de pós-graduação, pesquisadores e líderes comunitários.

A organização é do Comitê Gestor de Agricultura Sustentável da Bacia do Paraná 3 (BP3), com suporte da própria Itaipu, Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná (Biolabore), Centro de Apoio e Promoção à Agroecologia (Capa), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e Gebana Brasil.

Programação – O encontro foi dividido em dois dias, 30 e 31 de agosto. Na quarta-feira (30), a programação é direcionada aos profissionais da área, estudantes e lideranças da comunidade. São esperadas 80 pessoas no primeiro dia. Na quinta-feira (31) é que acontece a parte mais prática, voltada aos agricultores da região. A expectativa é de 120 participantes.

Temas relacionados à promoção da agricultura sustentável pautam todo o encontro. Às 9h30 de quinta-feira, os agricultores poderão acompanhar a palestra Agroecologia no cotidiano da humanidade: mitos, desafios e encontros no século 21, proferida pelo professor Carlos Armênio Khatounian, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Na sequência, às 10h30 acontecem as oficinas temáticas, que serão repetidas às 15h30. Os temas são formigas cortadeiras (Unioeste); sistemas agroflorestais (Capa e Biolabore); apicultura e meliponicultura (Biolabore); homeopatia animal e vegetal (Emater, Capa e Biolabore); avicultura caipira (Capa); alimentos alternativos na produção de leite (Unioeste); plantas de cobertura do solo e sementes crioulas (Iapar); e plantas medicinais e alimentícias não convencionais (Itaipu).

Uma feira de sementes e de agrobiodiversidade será montada para o público, das 12h às 14h.

 

Produção de mudas no refúgio Bela Vista, mantido pela Itaipu em Foz do Iguaçu.

AGROECOLOGIA CHEGA A MILHARES DE FAMÍLIAS – Desde 2002, Itaipu incentiva a agroecologia do Oeste, a partir do Programa Desenvolvimento Rural Sustentável. Ao todo, as instituições acompanham 2.600 famílias de agricultores – 1.500 deles por meio dos convênios de Itaipu com o Capa e a Biolabore; 750 diretamente pela Biolabore e 400 pelo Emater.

A usina binacional também empreendeu um dos maiores programas de restauração florestal do setor elétrico mundial, com mais de 44 milhões de árvores plantadas desde a formação do reservatório. As áreas protegidas pela empresa somam hoje cerca de 105 mil hectares.

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JIE / Itaipu


Jacarezinho tem ouvidos

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  –  Inscrições abertas para o Fejacan 2017 de Música  –

Festival de Jacarezinho, edição 2016. (Divulgação)

Músicos de todo o país podem se inscrever para a 12ª edição do Fejacan – Festival Jacarezinhense da Canção. Promovido pelo Sesc PR e pela Prefeitura de Jacarezinho, o evento será realizado nos dias 23 e 24 de novembro, no Cine Teatro Iguaçu, no município do Norte Pioneiro paranaense.

Durante as duas noites, instrumentistas e cantores de todas as regiões do país apresentam composições e performances musicais, tornando o festival uma vitrine da diversidade cultural brasileira. O Fejacan desempenha o papel de oferecer um espaço privilegiado para a música autoral, estimulando a produção local e levando ao público toda a expressividade da música brasileira.

A inscrição para o festival é gratuita e deverá ser realizada até às 23h59 do dia 22 de setembro, exclusivamente pelo site www.sescpr.com.br. O resultado das selecionadas para o Fejacan pode ser conferido a partir do dia 23 de outubro, também pelo portal.

Edital
Segundo o edital, são aceitas composições instrumentais, de caráter popular ou erudito, ou canções de diversos gêneros em língua portuguesa ou indígena, desde que originais, e que não tenham sido apresentadas em edições anteriores do Festival Jacarezinhense da Canção. As inscrições deverão ser feitas por intérpretes, que deverão inscrever obrigatoriamente, três músicas diferentes, as quais devem ser registradas em vídeos e estarem disponíveis separadamente no Youtube, sem cortes ou edições. Caberá à Comissão Organizadora selecionar no máximo 26 músicas, de acordo com a originalidade e singularidade do trabalho, inovação, qualidade artística e técnica.

Vale ressaltar que não será oferecida banda de apoio, portanto, os selecionados deverão se apresentar em conformidade com o vídeo de inscrição. Um incentivo para a participação é a ajuda de custo concedida aos músicos por obra selecionada. Confira a progressão conforme a distância entre a cidade de origem da música inscrita e Jacarezinho:

a) categoria 01 – Jacarezinho
01 música selecionada: R$ 250,00
02 músicas selecionadas: R$ 500,00
03 músicas selecionadas: R$ 750,00
b) categoria 02 – até 149 km de distância até Jacarezinho
01 música selecionada: R$ 400,00
02 músicas selecionadas: R$ 800,00
03 músicas selecionadas: R$ 1200,00
c) categoria 03 – acima de 150 km de distância até Jacarezinho
01 música selecionada: R$ 900,00
02 músicas selecionadas: R$ 1800,00
03 músicas selecionadas: R$ 2700,00
Será realizado também o Fejacan nas Escolas, com apresentações musicais didáticas no período de 22 a 24 de novembro, em escolas municipais de Jacarezinho. Serão selecionados grupos musicais para participação no Fejacan nas Escolas, conforme critérios previstos em edital pela Comissão Organizadora, recebendo cada um a ajuda de custo no valor líquido de R$ 300,00 para cada apresentação, independente da distância de origem do intérprete responsável e demais integrantes do grupo musical da cidade de Jacarezinho. Também estão previstas rodas de bate-papo com músicos selecionados para o festival.

Cabe à Comissão Organizadora as providências de hospedagem em hotel e refeições (café da manhã, almoço e jantar) durante a permanência dos participantes em Jacarezinho, bem como a ajuda de custo prevista em edital.

 

Serviço:
12ª edição do Fejacan (Festival Jacarezinhense da Canção)
Prazo para inscrições: Até 22 de setembro de 2017
Realização do Fejacan: 23 e 24 de novembro 2017
Inscrições: www.sescpr.com.br
Contato do Fejacan:  elainestramare@sescpr.com.br , no site www.sescpr.com.br, ou pelo telefone (43) 3511-2700.
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Sesc Jacarezinho

 


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