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Contos da Selva

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  –  Livro de contos fantásticos de Horacio Quiroga faz 100 anos  –

Capa de edição argentina do livro “Cuentos de La Selva”, que está completando 100 anos, desde a sua primeira edição.

 

Já se passaram 100 anos desde que o escritor uruguaio Horacio Quiroga publicou pela primeira vez “CUENTOS DE LA SELVA”, reunindo histórias fantásticas. Escritas por Quiroga para a leitura de seus próprios filhos, elas já povoaram as experiências de leitura de milhares de pessoas no decorrer de um século desde  sua primeira edição, em 1918.

Quiroga viveu boa parte de sua vida na selva de Misiones, à beira do rio Paraná, de onde tirou muito do que consta em seus escritos em “Cuentos de La Selva”. São oito relatos que misturam aventura, perigo e paisagens exóticas da selva missioneira e algo da região do Chaco argentino. 

Os protagonistas do livro são animais, personificados pela narrativa fantástica de Quiroga. São flamingos, abelhas, jacarés, tartarugas, arraias, cachorros e cobras protagonizando histórias fascinantes.

O livro, além das dezenas de edições que já recebeu em espanhol, foi publicado em outras línguas. Entre as traduções, destacamos sua publicação em inglês e português.


Quem foi o escritor: 

Horácio Quiroga (1878 — 1937), nasceu em Salto, no Uruguai, foi poeta, romancista, diplomata e dramaturgo. Sua vida foi marcada por acontecimentos trágicos — a morte violenta do pai, o suicídio do padrasto, o falecimento de dois de seus irmãos, o suicídio da primeira esposa e, posteriormente à sua morte, também por suicídio ao saber que sofria de um câncer gástrico, seus três filhos se suicidaram. Conviveu em Paris com Rúben Darío, foi professor de castelhano em Buenos Aires — Argentina, trabalhou como fotógrafo em uma expedição às ruínas jesuíticas de Misiones, onde morou.

Algumas de suas obras: Los arrecifes de coral (1901 — Os recifes de coral), Cuentos de amor, de locura y de muerte (1917 — Contos de amor, de loucura e de morte), Cuentos de la selva (1918 — Contos da selva), Los desterrados (1926 — Os desterrados), e Más Allá (1935 — Mais além), última obra do autor. (Bula-Revista)

Clique aqui e leia “As meias dos flamingos” (em português)

Clique aqui e leia “La Guerra de los Yacarés

Clique aqui e leia “La abeja aragana”

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