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Arte na escola – exercício essencial da aprendizagem significativa

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–  Um texto de Karina Nazario Moschkowich  –

Logo do “Festival Auê Literário”, promovido pela Guatá com o apoio da Itaipu Binacional.

A palavra arte é associada a questões como: o que é, qual seu significado, onde se aplica? Em que contexto acontece a arte e qual seu papel na identidade humana? E na escola, onde se encaixa?

Arte imprime e sugere uma série de elementos no repertório da humanidade. Faz parte da história e conta, através de inúmeros elementos, a cultura de um povo. Música, fotografia, teatro, artes visuais, poesia, dança são linguagens que representam memórias.

A maior conquista de um sujeito social é entender e inserir-se profundamente no contexto da comunidade em que vive.Essas relações são refletidas como patrimônio artístico desse entrelaçar dinâmico entre fazer e aprender, conhecer e questionar, recriar!

A escola como componente da sociedade precisa estar presente no contexto artístico, não com padrões pré-estabelecidos de conteúdo, mas como espaço de formação de um olhar atento que permite desconstruções de estruturas que não funcionam permitindo que se amplie possibilidades de ressignificar experiências já acumuladas.

O espaço aberto para arte possibilita reflexões para que o educando amplie repertórios e desenvolva um olhar crítico dos processos a sua volta não só nas artes. Enriquecendo e apropriando-se em todas as esferas do conhecimento transformando ideias que transpirem e transponham a realidade, inspirando e reconstruindo movimentos.

Estimular os sentidos do ser humano é um dos atos mais nobres que um educador pode oferecer ao seu grupo. Aguçar, impulsionar, questionar, propiciar espaços onde possam reinventar o olhar movimentando comportamentos criativos e desenvolvendo possibilidades que dialoguem com o mundo a sua volta é fazer valer do tempo de sala de aula, é interagir com os mais profundos e íntimos instrumentos de comunicação com o mundo. É sair do lugar estanque e passar a ser protagonista de sua história e, consequentemente, da história daquele espaço e tempo.

Um educador que propicia o conhecimento, não de linhas e curvas, nome e datas, mas que instiga a observação e a criticidade como elementos essenciais de compreensão do mundo permite que seus alunos compartilhem experiências que dialoguem com suas histórias e reescrevam novas percepções e novos referenciais.

Arte na escola precisa ser elevada a categoria de essencialidade na leitura e interpretação de mundo garantindo aprendizagem é novas perspectivas.

Da série Auê Festival Literário, leia também:
– A Palavra e tudo mais

– Visite a página do Festival Auê Literário, clique aqui

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Karina Nazario Moschkowich é pedagoga e voluntária do projeto Festival Auê Literário. Texto publicado na revista Escrita 5) (Saiba mais da edição, clicando aqui).

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