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Tecendo as ideias

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  –  Festival Auê Literário entra em sua segunda etapa no Colégio Flávio Warken  –

 

No Colégio Flávio Warken, mais especificamente na sala do nono ano, a última quarta-feira (25) foi dia de desenvolver ideias de como expor para todo o colégio o que se produz nas oficinas do Festival Auê Literário. Uma avaliação dos textos, discussão de mídias possíveis e, principalmente o protagonismo de cada um dos envolvidos foi discutido.

Estudantes do Colégio Flávio Warken integrantes do Festival Auê Literário e mediadoras de leitura da Guatá. (Foto: P.Bogler)

 

Depois de dinâmica de análise das atividades anteriores, se desenvolveu um bate-papo onde foram pontuadas questões do dia de apresentação. Foram relacionados os espaços do Colégio para exposições, mural e discutido a participação de alunos de outras turmas, como convidados para a apresntação artística que precederá o sarau.

Os componentes da oficina foram agrupados em comissões para tratar de cada item da programação do Auê Literário. São cinco grupos: sarau, banca de leitura, Mural Auê e exposições. Foram relacionados também aqueles estudantes que farão parte da comissão de registro do dia de apresentação. Todos os alunos  da turma participarão de um work shop sobre mídias digitais e informação que precederá a Festa.

 

Angélica organiza um dos grupos do Festival.

Conforme explica Angélica Pereira, é princípio da Guatá a permanente construção de uma harmonia entre autonomia e coletividade entre aqueles que participam das oficinas. Neste caso, é um dos objetivos das ações, proporcionar a experimentação disso por parte dos estudantes. “A ideia é propor a reflexão de que a valorização do trabalho em grupo permite uma maior interferência no Colégio e, por conseguinte, na sua comunidade utilizando-se da criação artística de cada um.

 

Eduarda: oficinas foram importantes para nos aproximarmos mais dos outros (Fotos: Áurea Cunha)

Maria Eduarda, estudante do nono ano, avalia a série de oficinas de forma muito positiva. “Foi muito boa a experiência porque ensinou a gente a ver que a mesma coisa pode ter vários significados, se visto de outros ângulos. Pudemos conhecer mais o pensamento das outras pessoas”, reflete sobre a oportunidade que o Festival oferece para mais aproximação entre os próprios colegas.

Eduarda também ressaltou a importância de se falar e fazer poesia no colégio. A dessacralização do fazer poético encontrou eco na estudante: “Eu gosto de escrever poemas e acho que qualquer pessoa pode ser poeta, basta saber lidar com as palavras. Tudo pode virar poesia desde a chuva, uma folha caindo porque tudo tem um significado que  pode ser transformado.”

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Guatá/Fotos: Áurea Cunha e Paulo Bogler

 

 

 

 

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