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Equilíbrio

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Um poema de Sandra Narita

Na corda bamba entre a vida e a morte
a equilibrista caminha, ora.

É o presente
é o agora!

De olhos fechados, sente a vida
abertos, vê a morte perdida.

É o caminho do meio que se abria
Na celebração do circo da alegria.

Sim, Gil, tem que morrer pra germinar
Nesse nosso caminhar.

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Sandra Narita, jornalista e servidora pública federal, escreve poemas em Foz do Iguaçu, Pr.

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