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15 de maio

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Em defesa da educação, 6 mil pessoas ocupam ruas e praças de Foz

Movimento unificado reuniu estudantes(as), professores(as), técnicos(as), agentes e funcionários(as) de universidades e escolas públicas.

A cidade de Foz do Iguaçu integrou a agenda de manifestações da Greve Nacional da Educação, nesta quarta-feira, 15. Cerca de 6 mil estudantes, professores(as), técnicos(as), agentes e funcionários(as) de universidades e escolas públicas da cidade e da região participaram do movimento.

Organizado pela Unidade Sindical e Popular de Foz do Iguaçu e coletivos estudantis, o protesto reuniu as comunidades acadêmicas da Unila, IFPR, Unioeste, UTFPR, servidores(as) e alunos(as) das redes estadual e municipal. Integrantes de movimentos sociais também fortaleceram o ato, considerado uma preparação para a greve geral marcada para 14 de junho.

A concentração foi no início da tarde, no Terminal de Transporte Urbano (TTU). Servidores(as) e alunos(as) produziram cartazes, faixas e distribuíram informativos. Universitários(as) apresentaram trabalhos de pesquisa e extensão produzidos nas instituições de ensino e que beneficiam a população.

“Baque Mulher”, grupo de arte e resistência

Em seguida, ainda no TTU, ocorreu ato público de denúncia à redução dos recursos para universidades e institutos federais, e de oposição ao projeto da reforma da Previdência. Educadores(as) da rede estadual cobraram do Governo do Paraná a pauta de direitos trabalhistas e investimentos na escola pública.

A organização estima que perto de 6 mil pessoas participaram do ato público em Foz.
(Fotos: Marcos Labanca)

Clique aqui para ver como foram
as manifestações em outras cidades do País

Profissionais da educação e estudantes seguiram em passeata pela Avenida Jk, até a Praça da Paz, no centro da cidade. Representantes de servidores(as) e estudantes se revezaram ao microfone, defendendo as pautas do movimento. A manifestação teve intervenções artísticas e culturais.

“Esse é o ‘esquenta’ da greve geral que vai parar Foz do Iguaçu e o Brasil”, disse Cátia Castro, presidente da APP-Sindicato/Foz. “Construímos uma unidade importante aqui na cidade, entre estudantes e trabalhadores(as), para enfrentar esse governo [federal]do retrocesso, para dizer não ao corte de verbas e todas as medidas que atacam a educação”, apontou.

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Assessoria APP

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