A perspectiva estética e expressiva na escola:
articulando conceitos da psicologia sócio-histórica
(*) Denise de Camargo e Yara Lúcia Mazziotti Bulgacov
RESUMO
Este artigo apresenta uma reflexão sobre as contribuições do campo das artes para a educação. Parte-se da constatação de que em nosso cotidiano as relações entre as pessoas são cada vez mais orientadas por razões econômicas e instrumentais. Compreende-se a escola como invadida por esta lógica e assim perde-se um espaço fundamental de interrogação, o qual é necessário para nos descobrirmos como seres autônomos, singulares e em movimento. Entende-se que a estética pode vir a ser um instrumento para a educação dos aspectos sensíveis, levando-nos a descobrir formas até então inusitadas de perceber o mundo. Dimensões das atividades artísticas - estética e expressiva - são conceituadas e passa-se, em seguida, a defender, a partir dos pressupostos da psicologia sócio-histórica, que essas dimensões contribuem para a expressão e organização da emoção e da imaginação. Finalmente, o artigo discute a proposta de oficinas, espaços de ação e reflexão, um fazer próximo à arte. Para ler o ensaio na íntegra, clique aqui.
OBSERVAÇÃO: Este artigo foi publicado originalmente na revista acadêmica Psicol. estud. vol.13 no.3, Maringá July/Sept. 2008
(*) Denise de Camargo é Docente aposentada da Universidade Federal do Paraná. Pesquisadora na Linha de Organizações, Empreendedorismo e Inovação. Yara Lúcia Mazziotti Bulgacov é professora e pesquisadora do Mestrado em Administração da Universidade Positivo. Professora Sênior vinculada ao Mestrado em Administração da Universidade Federal do Paraná-UFPR.