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Festival Auê Literário

Fotos:

Veja o álbum de fotografias do Festival no Colégio Flávio Warken (atualização semanal)

 

 

 

Veja o álbum de fotografias do Festival no Colégio Gustavo da Silva (atualização semanal)

Leia também:

O Direito à Literatura, um artigo de Antonio Cândido

“…somos a primeira era da história em que teoricamente é possível entrever uma solução para as grandes desarmonias que geram a injustiça contra a qual lutam os homens de boa vontade à busca, não mais do estado ideal sonhado pelos utopistas racionais que nos antecederam, mas do máximo viável de igualdade e justiça, em correlação a cada momento da história…”

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Um Auê esse encontro

O Festival Auê Literário movimentou o Colégio Estadual Gustavo Dobrandino nesta terça-feira, 12. O encontro cultural com as apresentações dos alunos teve trabalhos nas áreas de literatura, dança, música e desenho, além de exposições de fotografias e poesias. A banda convidada Samba é Assim fez o show de encerramento do evento.
A atividade marcou a conclusão do Auê Literário…

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 – Olhos e linguagens

Estudantes de duas turmas do Colégio Estadual Gustavo Dobrandino, na região Norte de Foz do Iguaçu, participaram de workshops na área de fotografia e stencil. As ações fazem parte do Festival Auê Literário, iniciativa da Associação Guatá de fomento à leitura e às expressões.
Workshops promovem trocas criativas entre estudantes.  Guatá realizou formação em fotografia e stencil a alunos de escola pública..

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– Eu no Auê (Artigo de Angêlica Pereira)

Em uma oficina do Auê Literário em que eu estava como mediadora, a atividade proposta era que os participantes realizassem um exercício de criação, por meio de dois elementos opostos, podendo ser objetos, imagens, sentimentos, etc. Primeira inquietação, eu ajudando no processo dos participantes, de repente, me questionam: – Angélica, mas isso não existe de verdade, você tá imaginando demais…

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 – A leitura da geração dos 2000 (Artigo de Carlota Boto)

Neste ano de 2018, a geração que entra na Universidade de São Paulo é a geração que nasceu nos anos 2000 e isso exige alguma reflexão. Quem são esses nossos alunos que vivem em uma realidade tão diferente daquela que formou seus pais? As circunstâncias políticas são outras, a vida social foi modificada, as tendências culturais, estéticas e até afetivas mudaram, mas houve, sobretudo, uma revolução no campo das tecnologias. Isso produziu o advento de uma sociedade digital, o que traz efetivamente enormes implicações educacionais. Essa sociedade digital impactou as formas de ler e de conviver…

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– Dando linha ao palavrório 

Guimarães Rosa é recriado em prosas, pinturas e bordados. Recriação da literatura do escritor no sertão mineiro revitaliza a região, a cultura e estabelece vínculos sociais.
O sertão de Minas Gerais recria a obra de um dos maiores escritores brasileiros. Guimarães Rosa é reverenciado, experimentado e sentido em diversas formas e linguagens pelos moradores de três regiões sertanejas. É o Rosa em prosas, cantos, pinturas e bordados. Os projetos socioculturais de Cordisburgo, Morro da Garça e Andrequicé, que envolvem toda a população…

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– Um por todos e todos por um (Artigo de Karina Moschkowich)

…A industrialização foi o grande marco da dissolução da coletividade. A produção em massa foi individualizando não só a mão de obra, como também as relações. O consumo de produtos desenvolveu um processo de seleção social onde a propriedade passa a ser o grande vilão das relações. Ter vale mais do que ser, inclusive juridicamente a propriedade sobrepõe a vida…

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– Sensações, sentimentos, sentidos

– Leia esta imagem para o  colega que vai estar com os olhos vendados.
– Não dá para ler imagem, diz a menina.
– Será que não? Questiona a mediadora.
Este pequeno diálogo mostra como se constitui a quarta oficina do Festival Auê Literário, que desta feita aconteceu no Colégio Gustavo da Silva, no Porto Meira, em Foz do Iguaçu. A oficina trabalhou linguagens não verbais. Os estudantes puderam refletir sobre as diversas visões de mundo através de leitura de imagens, mímicas, estímulos sensoriais e um exercício do que se convencionou chamar nas atividades do Festival “uma linguagem dos sentimentos”…

 

 – Tecendo as ideias

No Colégio Flávio Warken, mais especificamente na sala do nono ano, a última quarta-feira (25) foi dia de desenvolver ideias de como expor para todo o colégio o que se produz nas oficinas do Festival Auê Literário. Uma avaliação dos textos, discussão de mídias possíveis e, principalmente o protagonismo de cada um dos envolvidos foi discutido…

 

 – A palavra em Construção

Novo álbum do Festival Auê Literário no Colégio Gustavo da Silva mostra oficina sobre o lapidar da expressão.
Na nona série do ensino fundamental, no Colégio Gustavo da Silva, a oficina se dividiu em três momentos fundamentais. Primeiro, uma roda de conversa  e, depois, uma roda de leitura. No meio delas, dinâmicas aguçando a imaginação, soltando as expressões e, claro, o exercício prazeroso da língua escrita…

 

– A palavra e tudo mais…

Uma garrafa pode ser muitas coisas: um passarinho, uma bola ou até mesmo um poema. Há diferentes rótulos que podem ser determinados a um mesmo objeto, assim como são possíveis muitos olhares sobre a vida, as pessoas, a literatura e a arte. Respeitar a opinião do outro, dialogar com o diverso e respeitar o diferente é a lição que deve permanecer. Assim começa uma das oficinas que integram o Festival Auê Literário…

 

 – Livros, leituras e leitores – 23 de abril, Dia Internacional do Livro

Dois acontecimentos levaram a Unesco a declarar o 23 de abril o Dia Mundial do Livro. Nessa data, nasceu o escritor e dramaturgo William Shakespeare, em 1564. Ele morreu nesse mesmo dia, em 1616, assim como Miguel de Cervantes, quem inaugurou o romance moderno.
…Metade da população brasileira é considerada não leitora, diz a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, em 2016. Conforme o instituto, 44% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de livros nos três meses antes da consulta. O país ocupa o 59° lugar no exame de leitura feito pelo PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes)…

 

 – O livro, em três tempos (Artigo de Áurea Cunha)

Tocar, pegar, abraçar, transver, ainda são muito significantes. E seja lá que coisa for, um objeto, uma ideia ou um sentimento. Nas oficinas do festival Auê Literário desenvolvido pela Guatá – Cultura em Movimento nas escolas, se percebe isto. Uma concha colhida numa praia qualquer, a princípio, parece só mais um objeto entre os muitos que se pode encontrar na “cesta de possibilidades”, que em determinado exercício ocupa o centro da sala. Poucas pessoas têm interesse até que se diga que se pode ouvir o mar através dela. Parece mágica, todos os interesses então se voltam para a concha que começa a passar de mão em mão e vai formando uma espécie de ritual, com direito à fila de espera…

 

 – Elétrico processo (Artigo de Karina Moschkowich) 

Uma sociedade refém de um excesso de informações, porém apenas com recortes das cenas do cotidiano. Seres conectados com o mundo e desatentos a quem está próximo. Com acesso aberto a todas as portas que o mundo virtual concede, mas fechado para vivência em sua totalidade…

 

– Arte na escola – exercício essencial de aprendizagem significativa (Artigo de Karina Moschkowich)  

A maior conquista de um sujeito social é entender e inserir-se profundamente no contexto da comunidade em que vive.Essas relações são refletidas como patrimônio artístico desse entrelaçar dinâmico entre fazer e aprender, conhecer e questionar, recriar!A escola como componente da sociedade precisa estar presente no contexto artístico, não com padrões pré-estabelecidos de conteúdo, mas como espaço de formação de um olhar atento…

 

– Sobre a leitura de livros (Artigo de Denise de Camargo)

Ler literatura com prazer implica compartilhar significados com outros, o escritor e os outros leitores. Quando lemos, criamos imagens. Construímos significados. Vivemos experiências e realidades que outros viveram. Comungamos e brigamos, dialogamos e criticamos, nos aproximamos de outros mundos e nos distanciamos deles. Compartilhamos emoções e sentimentos que nenhum modelo mecanicista consegue descrever e explicar…

 

“Meio pão e um livro”, texto do poeta Frederico Garcia Lorca

Um fragmento do Discurso do poeta Federico García Lorca, proferido em setembro de 1931, na inauguração da biblioteca de sua cidade natal, Fuente Vaqueros, em Granada, na Espanha. “(…)“Não só de pão vive o homem”. Eu se estivesse com fome e desamparado na rua, não pediria um pão, mas sim meio pão e um livro. E daqui eu critico violentamente aqueles que só falam de reivindicações econômicas sem citar jamais as reivindicações culturais, que é o que as cidades clamam aos gritos(…)”. Leia o texto na íntegra, clicando aqui.

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