INVISIBILE ........é este coração,
este sentimento,
............................essa mulher sem corpo,
só e em grupo,
............................essa presença em constante movimento.
.......................................................................(Letícia Marquez)

Três artistas paranaenses dialogam há algum tempo sobre questões do universo humano, em especial, as inquietações existenciais femininas. Letícia Marquez, Maria Cheung e Lúcia Misael triangulam entre Londrina, Foz do Iguaçu e Curitiba.
Agora, na exposição "Invisibile", cada uma com sua visão pessoal, apresenta o invisível, o corte da vida prematura, o descompasso, a imutabilidade, o tempo, a proteção, o afago, a ausência , a ambiguidade, o não reconhecimento, e o desamor.
Emprestam suas particularidades à observação dos outros, num processo de revelações múltiplas, que questiona, fere, amadurece.
Maria Cheung

"Nuy Toi" é denúncia. A instalação de Maria Cheung transmuta
chupetas de cerâmica e caixões infantis em lâmina quente para falar
da tragédia das meninas chinesas que não têm o direito de nascer.
Lucia Misael


Lucia Misael comparece à exposição com três instalações:
• "Renda não da renda" - Os bilros de vidro (detalhe na foto à esquerda)
•
"Helena" - As toalhas feitas de pão árabe (detalhe na foto à direita)
•
"A Ti' - utilizando a sombra de uma toalha que pertenceu à avó da artista e que será projetada no chão, formando uma imagem de 3m de diâmetro.
Letícia Marquez
Letícia Marquez se utiliza da instalação “ alguma coisa acontece no meu coração”
para falar de mutação e sentimentos do ser feminino.
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do artista plástico Márcio Medeiros sobre a exposição "Invisibile"
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