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CASA DO TEATRO

Café com Teatro, agosto

Clique aqui e leia "Eu fui ao Café da Casa do Teatro"

 
Sérgio Copetti: composições próprias e o fino da MPB. "Alternativos" abriram a noite do Café com Teatro.
  
  
"Raizzen", fechou a programação musical intercalando autoria e interpretação do mais legítimo reeage.
(fotos: Vitória Bondia e Sabrina Bomdia)



   
  
  Os novos alunos das oficinas de teatro da Casa tiveram seu batismo de fogo no Café com Teatro.
Promessas que pintam para o final do semestre.


  
Desirée encantou o público com um repertório bem catado no mapa das Gerais.
Minas em voz, violão (Gustavo) e percussão (Júlio).

 
 A edição de agosto mostrou que o sucesso do Café com Teatro está na diversidade e num jeito todo especial de adaptar o espaço físico da Casa. O estacionamento ganhou mesas em volta do palco principal. E as mesas, um ótimo serviço do Bar literário, montado pela oficina 4 (adultos) de teatro.

  
Maria e seu violão travesso: poesia adolescente na Casa do Teatro. No centro, a dança competente
de Fernanda Labonde. Por fim, a simpatia de Carlinha (em pé) e Juciela no timão do Bar Literário.



  
As exposições "Outros Olhares, a expressão fotográfica dos cegos" e "Viagens", de Marco Labanca, foram muito concorridas no setor organizado pela Guatá. Na banca de leitura, destaque para o trabalho desenvolvido pelas estudantes Carol Miskalo e Jessica Lasuar.

   
  
As atividades de produção literária no espaço da Guatá também surtiram efeito. Clique aqui e veja o resultado do poema coletivo desta edição. O varal de poemas foi concorrido e recebeu mais de uma centena de originais. Alguns escritos em árabe e chinês, dando as tintas iguaçuenses para o evento.

  
O teatro de rua também teve espaço na programação. Paloma Lopes e João Gustavo
misturaram circo e teatro, singelo, o número ganhou o aplauso do público da tarde.


 
As bancas de artesanato mostraram diversidade de produtos. Espaço para brinquedos,
moda e utilitários domésticos feitos da sucata das ruas de Foz..


   
Na lente de Sadrina Bomdia, ainda o artesanato. Na primeira foto, Isabel Molina, uma delicadeza colombiana que alçou vôo para rever seu país e já é uma saudade para o próximo Café. Depois, a alegria de Mirá e Rosângela, corações irmãos que irrigam as veias do Café. Por último, a banca de novos artesãos que chegam para somar. Simplicidade na lente de Marcos Labanca.

ATÉ SETEMBRO.

Clique aqui para ver fotos de outras edições do Café.


 


 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

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