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SOS Mata Atlântica divulga vencedores do concurso de fotografia

A Fundação SOS Mata Atlântica acaba de definir os vencedores da edição 2007 de seu Concurso de Fotografia. Foram selecionadas 30 imagens de fotógrafos amadores e profissionais que retratam os recursos naturais da Mata Atlântica, como as paisagens preservadas, plantas, árvores, áreas devastadas, aves e outros animais.


"Caçador da Mata Perdida", de Hudson Silva Mata)

Hudson Silva Malta, de Teresópolis (RJ), receberá o prêmio de primeiro lugar no valor de R$ 7 mil, com a imagem “Caçador da mata perdida”. O segundo colocado é Celso Margraf, de Ponta Grossa (PR), com a imagem “Pôr do sol na Ilha do Superagüi” e receberá R$4 mil. O terceiro lugar fica com João Guilherme Sanders Quental, do Rio de Janeiro (RJ), com a imagem “Saíra-sapucaia no Cambuí”, que recebe o prêmio de R$3 mil.

Os outros vencedores são dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná e Florianópolis. Além da premiação em dinheiro, os fotógrafos poderão ter suas imagens utilizadas na Agenda 2008 da Fundação SOS Mata Atlântica, no calendário da ONG, em exposições, publicações ou em veículos de comunicação. Os 10 primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro e os classificados entre 11º e o 30º lugar receberão um kit de produtos da entidade.

A comissão julgadora foi integrada por profissionais da área especializados em imagens da natureza, como os fotógrafos Fabio Colombini e Luciano Candisani; o biólogo Adriano Paglia, analista de biodiversidade da ONG Conservação Internacional; e o publicitário Marco Monteiro, da agência FNazca.

De acordo com o fotógrafo Fabio Colombini, que participa como jurado do concurso SOS Mata Atlântica de Fotografia pela terceira vez, as imagens foram muito boas e as primeiras colocadas, dignas de um bom fotógrafo profissional. “Fico satisfeito em saber que tantas pessoas dedicam seu tempo para explorar fotograficamente a Mata Atlântica, e nela desvendar seus mistérios. Nas imagens vemos tanto situações de natureza intocada como também áreas degradadas, cumprindo a função de cativar pela beleza e alertar pelo negativo”, diz. Colombini também elogia iniciativas como esta da SOS Mata Atlântica. “É louvável que concursos como este aconteçam para que o interesse pela fotografia possa crescer junto ao contato e carinho pela natureza”.

(BEM PÚBLICO)

 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

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