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As incongruências de Saramago


Escritor português acaba de publicar A viagem do elefante,
sua mais recente obra, com lançamento mundial realizado no Brasil.
 

No primeiro ano da segunda metade do século dezesseis, o elefante Salomão perambulou pelo menos a metade da Europa, submetido ao capricho de Dom João III, suserano de Portugal, que resolveu presentear o animal a Maximiliano II, integrante da realeza austríaca e genro do Imperador Carlos V.

Salomão, que havia sido trazido ao país ibérico pouco tempo antes, perdera o exotismo de sua presença e passou a ser considerado um estorvo. Eis que a corte descobre uma forma simpática de se livrar do paquiderme.

O escritor José Saramago, Nobel de literatura, partiu desse episódio realmente ocorrido para desenrolar a sua própria viagem do elefante, esta fictícia, inventada com o objetivo de contar as aventuras da nobreza, do clero, dos soldados e de gente comum que habitava o continente europeu.

Insólito, A viagem do elefante percorre a geografia da natureza humana para demonstrar que os caminhos levam aonde se precisa chegar.

Desde o seu primeiro romance, Terra do Pecado, de 1947, Saramago já produziu mais de 40 títulos, em diversos gêneros literários.

A viagem do elefante parece querer fazer valer a pretensão de José Saramago na vida: “andar e fazer caminho, fazer caminho e andar”. 

Clique aqui, para ler um fragmento de A viagem do elefante.

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

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