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Estudo mostra diferenças entre consumo
e acesso à cultura no país


O nível de consumo cultural no Brasil se aproxima de países como França e Estados Unidos, cerca de 3% do consumo das famílias. O dado provém do 16º boletim Políticas Sociais – acompanhamento e análise, divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA. Segundo o levantamento, o nível salarial nessa área é 22% maior que a média do mercado de trabalho brasileiro.

Apesar dos números similares aos de países desenvolvidos, o setor cultural no Brasil esconde disparidades entre municípios e na escolha do bem cultural a ser consumido pelas famílias.

“Embora 67% dos domicílios brasileiros tenham realizado algum tipo de consumo cultural em 2000, apenas 8,4% o fizeram para promoção de espetáculos. O consumo de bens culturais relacionados à produção audiovisual é o carro-chefe do consumo cultural”, diz o estudo.

O  acesso à cultura também é fortemente desigual, segundo o boletim do IPEA. Os municípios com mais de 100 mil habitantes, que são apenas 4% do total, concentram cerca de 74% do consumo cultural do país.

Também são poucos os brasileiros que freqüentam bibliotecas assiduamente – apenas 10% da população. Apesar disso, a quantidade de municípios que não tinham biblioteca em 1999 caiu de 19% para 11% em 2006.

Para ver o capítulo completo do boletim do IPEA, que trata sobre o consumo e acesso à cultura, clique  aqui.

 

 

 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

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